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Projeto Driblando a Fome leva ajuda à Ordem dos Músicos do Brasil

O Instituto Brasil + Social através do Projeto Driblando a Fome, tem a honra de poder ajudar a Ordem dos Músicos do Brasil, numa ação de distribuição de cestas básicas – o S.O.S Músicos – criado pelo presidente Márcio Teixeira @marciopercuterista que vem “driblando a fome” de mais de 800 famílias no estado de São Paulo.

Os músicos foram os primeiros a pararem e serão os últimos a retomarem suas atividades! Com a ausência de eventos e shows eles estão passando por grandes dificuldades nesta pandemia.

Quem quiser contribuir, entre em contato conosco!

Obrigada a todos que nos apoiaram nesta iniciativa.

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Relação entre açúcar e câncer: é verdade que o açúcar alimenta o câncer?

Apesar dos carboidratos serem fonte de energia para as células de nosso corpo, sejam elas mutadas ou não, o consumo desses açúcares não promovem uma piora clínica da doença por si só.</

O consumo normal de açúcar não acelera a resposta da doença nem sua eliminação da dieta promove cura.

Os carboidratos são nutrientes importantes  que devem ser inclusos numa dieta balanceada junto a hábitos saudáveis e dependendo do grau e avanço da doença, as nossas necessidades energéticas são maiores e uma restrição de carboidratos no geral pode ser prejudicial ao tratamento devido ao maior risco de desnutrição.

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O que é saúde?

A saúde é multifatorial e mutável, ao longo da vida teremos momentos de maior bem estar e plena utilização das nossas faculdades físicas e mentais, momentos de adoecimentos e maiores limitações, independente do diagnóstico de doença que possamos receber ou da idade que temos.

Para ampliar essa visão trouxemos algumas informações baseadas nas recomendações e estudos da OMS e do Ministério da Saúde para você fazer a sua vida mais saudável

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Campanha Março Azul alerta para o câncer colorretal

O câncer colorretal é o segundo que mais mata no Brasil, atingindo mais de 40 mil pessoas por ano. Atualmente, a chance de uma pessoa desenvolver a doença é da ordem de 4,3%: sua incidência é mais comum entre homens e mulheres com mais de 45 anos ou em pessoas que tenham casos na família.

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