barriga de mulher grávida representando a insegurança alimentar na gravidez

Insegurança alimentar na gravidez: descubra o que é e quais são as consequências para a desenvolvimento do bebê

Desperdício, situação socioeconômica, entre outros fatores reforçam a insegurança alimentar no Brasil 

Desde a criação da Agenda 2030, acabar com a fome e a insegurança alimentar, passou a ser o segundo objetivo de desenvolvimento sustentável da ONU. Isso porque esse é um problema que afeta diversas pessoas ao redor do mundo, ainda mais as mulheres grávidas. 

Quando a mulher está gerando uma vida, ela precisa de uma série de nutrientes para garantir o desenvolvimento saudável da criança. Além disso, exames periódicos para acompanhar a saúde do feto. 

Mas o que acontece quando esse direito básico à alimentação e nutrição é negado a essas pessoas? Quais são as consequências para a mãe e o bebê? Descubra a resposta para essas perguntas neste post. 

O que é insegurança alimentar? 

Para entender quais são as principais consequências da insegurança alimentar na gravidez, é preciso saber o que é esse problema. 

Em primeiro lugar, a insegurança alimentar se dá quando uma pessoa não consome a quantidade de nutrientes diários com frequência e permanência. 

Isto é, pode ser que a pessoa não tenha todas as suas refeições garantidas. Dessa forma, gerando risco a sua saúde.  

O que é mais intrigante é que a insegurança alimentar não precisa estar diretamente associada  à produção alimentar do país; no Brasil, 27 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçados todos os anos. Porém, de acordo com estudos mais recentes, temos cerca de 30% da população brasileira vivendo sem segurança alimentar. 

Isso demonstra que apesar da quantidade de alimentos produzidos pelo país, ainda existem pessoas que não têm acesso a uma alimentação saudável e de qualidade.

Fome e insegurança alimentar: qual a diferença? 

Ainda que sejam conceitos muito parecidos, a fome e a falta de segurança alimentar são distintas. 

A segurança alimentar se preocupa não só com a quantidade de comida, mas também com a qualidade desses alimentos. Também podemos dizer que a incerteza sobre quando será a próxima refeição é um aspecto importante. 

Ao passo que a fome, como define a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), é o nível mais grave da insegurança alimentar. Pois além de sofrer com os problemas sociais, a pessoa também sofrerá com dores físicas e problemas de saúde gerados pela falta de alimentação.

Quais são os níveis de insegurança alimentar? 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) classifica a falta de segurança alimentar de acordo com a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia). O nível descreve uma unidade familiar e pode ser dividido em 3 categorias:  

  • Leve: é avaliado de acordo pela queda da disponibilidade de alimentos e a incerteza da refeição futura; 
  • Moderada: restrição de acesso aos alimentos, ou seja, na quantidade de alimentos para consumir; 
  • Grave: escassez de alimentos para todos os membros da casa, chegando ao extremo da fome. 

Entre as principais causas para a evolução da insegurança alimentar nas casas, temos a disponibilidade física dos alimentos, acesso econômico e condições de saúde das pessoas que estão se alimentando. Já que uma pessoa doente, pode não conseguir absorver plenamente todos os nutrientes que consome. 

Principais consequência da falta de segurança alimentar na gravidez

Que alimentação saudável e completa é importante, isso já sabemos. Mas essa necessidade aumenta ainda mais durante a gestação. Uma vez que para a mulher grávida, é fundamental que as refeições mais importantes do dia estejam garantidas. 

Aquela velha frase “ela está comendo por duas pessoas” é realmente verdade, pois devido a divisão celular na formação do bebê, a demanda energética é bem maior durante a gravidez. Por isso, a má alimentação pode afetar o crescimento do pequeno, fazendo-o  nascer abaixo do peso ideal e com sérios riscos de vida. 

Ainda podemos destacar que a falta de nutrição adequada pode causar problemas na fase de lactação, prejudicando a produção de leite. Sabemos que o leite materno é fundamental para o desenvolvimento saudável do bebê, além do desenvolvimento do laço materno. 

Como garantir a segurança alimentar durante a gravidez? 

De fato, esperamos um futuro onde ninguém precise se preocupar quando será a sua próxima refeição. Principalmente uma mulher gestante. 

Estima-se que em 2030, 8% da população mundial ainda viverá nessas condições, prejudicando as metas de desenvolvimento sustentável para esse ano. 

Mas, para garantir que as mulheres grávidas de baixa renda consigam acesso a uma alimentação regular e saudável, existem algumas atitudes que podem ser tomadas. Não só pela sociedade civil, como também pelo Estado. 

Se considerarmos os principais fatores que causam a falta de segurança alimentar, podemos destacar as seguintes soluções: 

  • Políticas humanitárias e públicas para mulheres em situação de risco; 
  • Incentivo a agricultura local e familiar; 
  • Proteção ao meio ambiente; 
  • Políticas para evitar o aquecimento global; 
  • Ações sociais para auxílio de famílias de baixa renda. 

Se você deseja engajar-se em uma causa social, o IBMS conta com a sua ajuda para poder garantir as próximas refeições de famílias de baixa renda! 

Saiba mais sobre como doar, clicando aqui

Leia também: Número de crianças abaixo do peso cresce 54% no Brasil

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